Ser produtora é um universo particular complexo e cheio de desafios, quando somamos a isto ao ato de ser mãe que já é complexa pela sua própria natureza potencializamos isto ainda mais.
Aqui eu quero compartilhar com vocês 8 coisas que aprendi (e tive consciência) sendo mãe que me ajuda ser uma melhor produtora.
Quando me tornei mãe adquiri um olhar apurado com questões cotidianas que nunca me trouxeram muitas reflexões. Isto acontece porque questiono o tempo todo qual o impacto de tudo na vida do ser humano que trouxe para o mundo. Isto acontece com você também?
Vamos aos 08 aprendizados que sistematizei para começarmos a conversar sobre isto?
01_ Importância da rotina
A rotina é uma aliada quando queremos ter fluxo, organização e previsibilidade. Ela é fundamental no dia a dia dos filhos e da mesma forma é importante dentro da gestão de equipe.
A rotina deixa as pessoas seguras.
Não podemos perder tempo redefinindo rotinas e ações quando podemos criar um ritmo claro e definido tanto para o trabalho como para as atividades do dia a dia.
Uma coisa que não pode ser deixada de lado aqui são as necessidades. Para que a rotina seja seguida e respeitada é importante que todas as necessidades sejam atendidas com os devidos tempos e movimentos.
Quando pensamos em rotina em equipe amplia um pouco o nosso espectro do olhar para diversas necessidades, mas eu posso afirmar que não é impossível, mesmo porque a rotina pode ser ajustada constantemente.
02_ “lembrar de escovar os dentes”
Como mãe, este é um ensinamento que lembro dele todos os dias!
Quando estamos na posição de liderança e gestão é importante lembrar, cobrar e conferir o trabalho das pessoas da equipe e algumas vezes dos fornecedores também.
Estas simples ações (lembrar, cobrar e conferir) minimizam os riscos e as falhas de comunicação e entendimento no processo de produção de um projeto de evento.
E sim! A atividade de “escovar os dentes” às vezes é muito desgastante. (eu posso dizer que já lutei muito contra ela)
Agora lembre-se: Não temos os dentes da boca danificados de cáries porque tivemos uma mãe que nos lembrasse várias vezes ao dia para escovar os dentes e que durante antes segurou na nossa mão e escovou os dentes junto com a gente. Isto quer dizer que o resultado acontece e é visível.
03_ Você entendeu? repete pra mim!
Garantir que a outra pessoa entendeu o seu comando. Isto evita “brigas e desentendimentos”.
As pessoas acham que as crianças não entendem porque não possuem repertórios, mas na verdade os adultos MUITAS vezes também não entendem e balançam a cabeça dizendo de sim. (quem nunca hein?)
Então vale conferir se a mensagem foi compreendida da forma necessária para o momento. Você pode garantir o que você falou, mas nunca se a pessoa receber a mensagem da forma como era necessária.
04_ Fazer perguntas investigativas fora do padrão
Quando pego meus filhos na escola sempre perguntava pra eles como foi o dia e a resposta deles sempre era sempre a mesma: Foi bom!
Isto lembro para vocês conversas de elevador ? Pra mim parece muito.
Para perguntas genéricas temos respostas genéricas.
Se você quer uma resposta detalhada e específica comece o movimento da comunicação com uma pergunta mais elaborada e mais específica.
Na produção não precisamos de respostas específicas e detalhadas, e este exercício constante das perguntas muda o ritmo da comunicação interna entre a equipe.
05_ Equilíbrio entre todas as atividades. (nada em excesso)
Não dá para só comer doce… ou ficar vendo TV… ou passar o dia na piscina… Uma criança precisa de equilíbrio entre as atividades para se desenvolver e aprender tudo para o futuro e crescimento.
Tem de comer tudo, brincar e descansar, o momento social e o momento individual..
Nossa equipe de produção também precisa disso.
Se nossa atenção está apenas em um lugar, os outros lugares atrofiam.
Este item vai de encontro com outro item acima que é a construção de rotina.
Entendem a importância disso? Todas as coisas dentro do nosso sistema de produção tem sua devida importância e merece atenção equivalente para que tudo esteja perfeito no tempo e na hora que precisamos.
06_ Detalhar e simplificar
Crianças precisam de detalhes para entender todo o contexto e ao mesmo tempo que seja simples e acessível.
Isto é familiar no ambiente de trabalho? Precisa desenhar?
Um bom produtor precisa ter uma comunicação clara e fluída com todos que estão em contato com ele dentro de um trabalho.
Muitas vezes somos inseridos em equipes que alguns membros para demonstrar valor eles usam de expressões estrangeiras ou com o português muito complicado para demonstrar “superioridade” em relação a conhecimento e processo.
E olha uma coisa mágica que as crianças trazem… Falar difícil não importa. Importa se a comunicação que está estabelecendo é real e clara.
Na produção precisamos de equipes conectadas, complementares, cúmplices e unidas. A comunicação é a liga entre isto tudo.
Seja simples, claro, direto e acima de tudo acessível.
07_ Organização traz calma e foco
Este fato muda totalmente a brincadeira da criança. É a diferença entre brincadeira e baderna.
Quando os brinquedos estão organizados a criança consegue encontrar o que precisa e desenvolver as atividades lúdicas de cada brincadeira, ele aproveita.
Quando os brinquedos estão com cada peça para cada lado, aquela brincadeira não fica completa e passa a ser apenas uma bagunça.
No trabalho de produção a falta de organização gera uma sensação de estarmos perdidos, perdendo tempo e batendo cabeça.
Quando TUDO tem seu lugar, nossa energia passa a ser em resolver o que precisa (o que somos boas) e não em encontrar coisas e informação.
O tempo é um bem precioso, impalpável e que realmente faz diferença na nossa vida, precisamos respeitar e cuidar dele com respeito e atenção.
A organização, pra mim, é uma forma de respeitar e otimizar o tempo para aquilo que realmente importa.
08_ Ser o exemplo sempre (e não faça o que eu falo)
Uma criança aprende com a relação de espelho. Ela é uma esponja de comportamentos.
Algumas vezes eu me deparo com coisas que não gosto muito em mim e vejo meus filhos replicando isso. Quando tenho essa consciência, eu logo penso. O que vou fazer para mudar isto em mim, como mãe, antes de corrigir os meus filhos.
Em uma estrutura de equipe a mesma coisa acontece com muita frequência e o que normalmente é feito é responsabilizar outra pessoa ou trocar integrantes da equipe.
O clima estrutural do projeto que estamos em produção é reflexo de como lidamos com as outras pessoas e como lideramos as atividades e a informação.
Não adianta falar para o outro fazer alguma coisa que você não faz. Você não pratica aquilo que quer inserir como elemento cultural de trabalho.
O jeito de se movimentar, o ritmo, quem se movimenta com você… onde se movimentar…
Parar parece não ser uma opção… e nunca foi…
Você pode deixar se levar pelo movimento externo ou pode criar o seu próprio movimento… pode ser um movimento interno… ou ainda de dentro pra fora.
Estamos vivendo coisas de profundo impacto, emocional, profissional, social, político entre tantas coisas vindas do exterior. E aqui dentro no íntimo de cada um, precisamos responder a tudo isto de alguma forma.
Tudo isto impacta no nosso movimento. Somos a soma, a divisão, multiplicação e subtração. Somos a escolha que fazemos todos os dias com aquilo que recebemos.
Eu me sinto muito impactada com tudo isto. Fico triste e CHORO muitas vezes…
Mas no dia seguinte estou cheia de otimismo e pensando em coisas que podemos fazer além de nos adaptar.
Fico me perguntando como o meu movimento interno pode impactar o externo? Como o meu movimento pode TE impactar?
Logo nos primeiros meses de pandemia fechei (quase uma falência) um negócio que tinha acabado (a menos de um ano) de trazer para o mundo, aqui no Coletivo Centopéia, com equipe linda, sócias lindas e toda vontade no coração de fazer acontecer. Só a minha vontade não bastava. Era preciso mais, muito mais. E encerramos nossas atividades.
E aí eu olhei pra mim. Pra minha tristeza. Para todo o sentimento potencializado por tudo que o mundo está passando, por me sentir um fracasso.
O fracasso às vezes é pior que a tristeza. Ele prejudica a forma como se conhece. Sua autoestima. Ele te paralisa. E de repente você se sente incapaz de fazer qualquer coisa. QUALQUER COISA.
Quando isto acontece você tem que procurar lá dentro, no fundo mesmo o que mais faz sentido pra você. E acreditar que tudo isto vai passar.
Eu, que sempre falo pra todo mundo que vai dar tudo certo, e ajudo diariamente as pessoas a encontrarem sentido e se realizarem, precisava de uma outra Sabrina para falar tudo isso pra mim. Mas as minhas “Sabrinas” que são os meus pares, as meninas que escolhi pra dividir esta história comigo. Também estavam devastadas.
E neste momento fui salva por outro movimento.
Junto com a minha querida amiga Manu começamos a cuidar de uma praça do bairro, sonhando com espaço seguro e público mesmo na pandemia. Plantamos, varremos, cavamos, cuidamos, regamos… diariamente por muitos meses e de repente ali surgia vida em todos os sentidos. Em mim, na comunidade, na praça…
Às vezes o movimento está em um lugar que você ainda não acessou. Ou com uma pessoa que pode te surpreender. Sugiro que assim como eu, esteja aberta para se transformar pelo movimento que chega e te impacta.
O briefing morreu. É óbvio que essa afirmação soa um tanto exagerada e de fato o é.
Afinal, como assim essa galera da Esc.comunica vem aqui desdizer o que tanto já aprendemos por aí? E é bem aí que mora o erro: será que nós aprendemos certo? Ou será que o modo como aprendemos permanecerá imutável para sempre?
O fato é que o profissional criativo dos tempos atuais precisa ir além de ser um mastigador de briefings, que apenas recebe as informações coletadas e traduz isso nos produtos.
Este tipo de profissional ficou no passado, assim como o briefing. É isso mesmo, o criativo de hoje precisa atuar não apenas no âmbito criativo e visual, mas ir para a esfera estratégica, atuar também com as táticas e não só no operacional.
Se você ainda é um criativo que apenas faz projetos bonitos e superficiais, sinto lhe dizer, mas como diria o Away de Petrópolis: “O seu tempo já era!”. Dito isso, vamos explicar o nosso ponto de vista acerca da morte do briefing: não, o briefing não morreu. Mas, fazer APENAS o briefing no estilo “perguntas e respostas” é insuficiente para o nível esperado de um designer nos tempos atuais.
Ou seja, vc precisa buscar informações que estejam além do velho questionário de perguntas rasas.
E aqui vão algumas dicas:
Busque a co-criação, envolva o seu cliente e o cliente do seu cliente;
Design não dá dinheiro. Temos certeza de que você já ouviu isso inúmeras vezes.
Antes de mais nada, precisamos deixar de lado essa história de que vamos “ganhar” dinheiro com design. Enquanto continuarmos esperando o pote de ouro cair no nosso colo, só vamos nos frustrar.
E dizemos isso independente da sua área de atuação. Vamos reformular essa frase, então?
É possível, sim, FAZER dinheiro através do design. Design, assim como qualquer outra área do conhecimento, é um meio para você receber (O JUSTO) pelo seu trabalho.
Você trabalha com comunicação e está se sentindo perdida ou perdido?
Quer ter um trampo foda, mas sente que está patinando nas suas estratégias? Adora o trabalho de outros designers e ainda não tem coragem de publicar seu portfólio? Vem com a gente que hoje o papo é sobre isso!
Vamos falar de como começar, da importância de ter seu próprio PLANO e se o ideal é ser freela, CLT ou empreendedor. E mais… se sentir perdido pode ser uma super oportunidade para experimentar!
E lembre-se: quando estamos juntos, as ideias ficam mais claras! Então, chega junto e bora mexer o doce?
Confira no vídeo abaixo um bate papo super massa sobre esse assunto:
Em se incluir dentro de equipes que já estão trabalhando e você acabou de chegar?
Quando você chega no trabalho fica deslocada ou seus colegas são apáticos e não geram discussões construtivas?
Essas situações entre outras similares criam em mim um incômodo (tanto quando vivencio ou quando vejo outras pessoas na mesma situação) e foi por conta disso que eu fui estudar sobre o assunto, testei e implementei algumas técnicas sobre trabalhar em equipe que quero compartilhar com você neste artigo.
Então vamos falar sobre trabalhar em equipe!
Eu trabalho com equipes há muito tempo e acredito que, mesmo que não tenha consciência, você também está nessa de trabalhar em equipe há muito tempo.
Como eu sei disso?
Vivemos em sociedade e isto já é um fato primordial dentro desta análise. O mundo é feito de pessoas, seres humanos diferentes e iguais ao mesmo tempo. Complexo né?
Portanto, não estamos isolados, mesmo as pessoas mais tímidas ou reclusas…
Vamos falar sobre a roupa que você está vestindo? Vamos entender se ela é feita de algodão (sei que temos fios e tecidos sintéticos ou de outras origens. A intenção é simplificar para expandir)
Alguém tem uma fazenda e resolve plantar algodão. Ele foi cultivado e colhido pela mão de várias pessoas até chegar na indústria que beneficia o algodão e transforma ele em fio. Depois do algodão cru virar fio ele leva para outra fábrica que o transforma em tecido e só aí ele vai para fabricação da roupa.
Neste processo, ele entra em contato com logística, estilista, modelista, costureira, vendedora … e agora você está aí vestindo esta peça de roupa, e mesmo que esteja sozinha para vesti-la, você precisou de todos estes outros seres humanos para ela chegar até você.
Essa mesma relação acontece com tudo que está à nossa volta. E ainda nem entrei na relação de família, amigos e colegas…
“Ok, não estou sozinha no mundo, mas e aí?”
E aí que ninguém nos ensina a ter consciência da amplitude destas relações. A saber como agir. A ter inteligência emocional. Aprendemos coisas práticas e operacionais… mas não aprendemos a perceber e sentir.
Assim, aprender a integrar e fazer parte de uma equipe passa pelos sentidos. Sentimos que tem algo errado e não sabemos verbalizar ou o que fazer com isso.
Bom… eu faço parte do Coletivo Centopeia, é um coletivo feito por gente criativa, diferente e praticamos a empatia e o respeito em tudo, todos os dias. Não é fácil, mas em contrapartida, é muito gratificante. Sou apaixonada pela construção que fazemos aqui, mesmo sendo muito desafiador.
Uma produtora trabalha, acima de tudo, com recursos humanos.
Todas as pessoas têm suas diferenças e suas nuances, e isto é uma coisa muito boa, mas “aprendemos” que isso é ruim.
Todas as diferenças e proximidades acabam me estimulando muito porque eu tenho um olhar muito atento para poder resolver e entender todas estas situações.
Recentemente, li um livro que chama os 5 desafios das equipes, de Patrick Lencioni, ele tem uma capa “feia”(você pode achar bonita e tudo bem), mas fiquei curiosa e decidi dar uma chance para o conteúdo.
Comecei a ler e foi surpreendente todos os ensinamentos que esse livro me trouxe! Ele foi de encontro a muitas coisas que eu pensava e que ainda não tinha conseguido sistematizar, apesar de toda a prática que já tinha no dia a dia. Fez tanto sentido pra mim que fiquei motivada a escrever sobre isto.
As 5 Disfunções de Trabalhar em Equipe:
Nesse livro, o autor divide os desafios em trabalhar em equipe em 5 disfunções. Primeiramente, ele coloca elas dentro de uma pirâmide, sendo elas: falta de confiança, falta de conflito, falta de compromisso, prevenção de responsabilidade, e falta de atenção aos resultados. Vou detalhar cada uma delas aqui com a minha percepção sobre elas.
01 – Falta De Confiança
A base da pirâmide é sobre a falta de confiança. Confiança é uma palavra tão usada que as vezes perde um pouco da sua força.
Mas é um fato, quando não confiamos em uma pessoa não conseguimos seguir em um relacionamento saudável. Sempre existe um mais ou um talvez… ou uma possibilidade de algo que não foi seguido. Resumindo, relações inacabadas.
Quando trabalhamos e fazemos produção não precisamos GOSTAR das pessoas da nossa equipe ou dos nossos fornecedores. Mas temos que confiar. Confiar dentro do ofício de produção é essencial para realizar projetos.
Patrick comenta no livro que a “confiança é a certeza, entre seus membros, de que todos têm boas intenções e de que não há motivos para ficar na defensiva ou ter reservas em relação ao grupo. Essencialmente, os colegas da equipe devem se sentir à vontade para se permitirem ser vulneráveis na frente dos outros.”
Percebe que nesta afirmação a confiança é pautada em uma forma de se sentir com o outro e não centrada na ideia de prever o futuro do comportamento do outro a partir de uma experiência do passado.
Entender isto é assumir a vulnerabilidade das relações, o aprendizado pessoal de cada um e a jornada de crescimento.
Estamos todos aprendendo juntos neste mesmo caminho. Vamos juntos?
Quando li sobre isso, pensei em muitas coisas do cotidiano aqui dentro do coletivo ou quando tive que trabalhar em equipes em eventos e festivais. Me lembrei o que acontece quando você não confia na sua equipe ou você não confia nas pessoas que estão trabalhando junto com você. É um desastre. Parece que tem sempre algo errado e a sensação de “pisar em ovos” é dolorida durante o processo.
Portanto é real que a falta de confiança gera problemas grandes e perceptivos, impactando diretamente nos nossos resultados além de te sobrecarregar. Onde você não consegue se desligar do processo de não confiança, você não consegue delegar para a equipe (ou parte dela).
Você deve estar se perguntando: “e como eu confio em alguém, ou ainda, como faço para as pessoas confiarem em mim?”
A confiança não tem a ver com a construção de certezas ou fortalezas, tem a ver com a vulnerabilidade e com fragilidades.
Precisamos nos expor! Uma equipe só deixa de agir na defensiva e desconfiança quando seus integrantes se sentem à vontade para se expor. Como resultado, eles conseguem focar sua energia e atenção no trabalho a ser feito e sem mimimi no lugar de tratar o outro com pouco respeito ou muita “politicagem”.
O mundo não quer pessoas que sejam muros de concretos. O mundo quer pessoas flexíveis e honestas. Até porque o senso de verdade também é uma construção. E coisas que ontem faziam sentido, hoje não fazem mais.
Lembrando que esta construção é diária… um passo de cada vez. Acredite no caminho.
02 – Falta de Conflito
O conflito faz parte da sua vida? Quando ele acontece você foge ou senta e resolve?
Os conflitos e as diferenças nos fazem avançar nas ações e nos pensamentos. São oportunidades de crescimento.
Sempre falo para minha equipe ou com parceiros de trabalho: “Se eu tenho conflitos com a minha irmã, que nasceu do mesmo pai e da mesma mãe e recebeu a mesma criação, porque não vou me desentender com pessoas que têm outra criação, outros valores e outra experiência de vida?”
E logo na sequência eu penso: “Que bom que tenho esta oportunidade. Como poderia entender esta questão sob esta ótica se não tivesse outra experiência além da minha.” Por isso, estar junto com outras pessoas em coletivo é tão potente.
Quando perguntei acima se você foge do conflito, é porque existe uma ilusão de que não ter conflitos é algo positivo. Que o que procuramos é uma vida sem atritos.
A mágica aqui é aprender a lidar, aprender e resolver os conflitos sem que isto possa ser um sofrimento. Precisamos ter maturidade.
Temos dois tipos de conflitos: os ideológicos que são na maioria das vezes produtivos, e as brigas destrutivas e pessoais.
Não é porque você não concorda comigo em relação a um assunto, que vou te chamar de feia ou dizer que você é ruim. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Voltando para o trabalho de produção e gestão de equipe, é muito claro que as equipes que se envolvem em conflitos produtivos sabem que o único objetivo é chegar à melhor solução possível, no tempo mais curto.
O objetivo cria uma razão do conflito e nosso foco precisa ser no melhor para o projeto e não o que eu “acho” que é melhor porque eu que propus a solução.
Evitamos conflitos com medo de magoar e ferir os sentimentos das outras pessoas. Só que, fazendo isto, alimentamos um monstro maior: a tensão. E, quando chegamos neste lugar, voltamos à falta de confiança.
Quando não participamos ativamente, contestando e debatendo abertamente nossas ideias, entramos no campo de ataques pessoais muitas vezes velado. Tudo isto acontece em nome da “EFICIÊNCIA”.
Mas isto gera mais retrabalho e soluções rasas para os problemas, além de falta de engajamento no operacional. Assim levando a “INEFICIÊNCIA”
Equipes que temem conflitos têm reuniões entediantes, o ambiente de trabalho fica aberto para politicagem e ataques pessoais, não é explorado todas as opiniões e perspectiva e se perde muito tempo administrando riscos interpessoais.
Em contrapartida as equipes que aceitam o conflito de forma madura dentro do processo tem reuniões mais interessantes, investigam todas as ideias dos participantes, possuem mais empatia, solucionam problemas mais rapidamente, minimizam a politicagem e trazem questões críticas para a pauta. Focam no que realmente importa.
03- Falta de Compromisso
Este é o item número três da pirâmide porque ele só acontece depois que os outros itens já estão acontecendo de forma orgânica.
Não conseguimos ter compromisso sem a confiança e o conflito. Ele fica perdido e não é percebido como deveria pelo todo do projeto.
Vamos tentar visualizar isto melhor?
Você já participou de uma reunião onde várias coisas foram definidas, prazos estipulados e responsabilidades dadas e quando chegou na reunião seguinte o projeto continuava na no mesmo lugar da reunião anterior porque nada aconteceu?
Eu já participei de várias reuniões assim, e posso falar com propriedade, é frustrante e desmotivador quando isto acontece.
O comprometimento é resultado de clareza e adesão e o que mais prejudica o comprometimento é o desejo pelo consenso e a necessidade de certezas dentro do processo. Às vezes o melhor para o projeto e o trabalho não é o que EU quero pra ele ou o que EU penso ser o caminho correto. Precisamos ter humildade para reconhecer os momentos de se impor e os momentos de ceder.
Quando você tem certeza que é o melhor caminho você se compromete com a sua equipe, você dá o seu melhor no lugar de jogar contra ou ser um peso de papel dentro do projeto. Não seja a pessoa que aponta o dedo e diz eu avisei… ou se fosse do meu jeito isto seria diferente… Não percebemos que, quando pensamos ou agimos assim, também deixamos de fazer o que o projeto precisa que seja feito. Se você faz parte do projeto o resultado do projeto é seu também, seja positivo ou negativo, independente do caminho escolhido para caminhar.
De qual resultado você quer participar?
Equipes que não se comprometem, criam ambiguidade em relação às prioridades, fazem análise excessivas. E isso atrasa os processos, alimenta a falta de confiança e o medo de errar e volta em discussões passadas inúmeras vezes.
O comprometimento da equipe traz clareza e direção das prioridades do projeto, alinhamento entre o grupo dos objetivos comuns. Aprendem com os erros em um ambiente seguro para se errar, aproveitam melhor as oportunidades, e têm segurança para mudar o caminho quando for necessário, sem culpa, afinal a equipe está unida na mesma jornada.
04 – Responsabilizar os outros
Sabe quando você tem que trabalhar em equipe mas não sente que pode chamar atenção de um colega ou pontuar algo que estava errado ou atrasado? O que as pessoas esperam de você e o que você espera das pessoas é fundamental nesta dinâmica.
Dentro desta dinâmica de trabalhar em equipe, responsabilizar se refere a chamar atenção quando necessário, falar sobre produtividade e desempenho sem intrigas entre a equipe.
Como podemos crescer juntos sem a liberdade de falar ou pontuar o que precisa?
Mas, nem todo mundo está aberto para ouvir e receber estas pontuações, e este é o principal motivo para as pessoas não se posicionarem para o outro.
“Não faça com o outro o que não quer que façam com você”, este ditado popular faz parte do nosso inconsciente coletivo e determina muito das nossas ações.
Era assim que eu funcionava também! Muitas vezes queria falar, acreditava que era para nosso crescimento, mas me calava para não ter conflito e, acima de tudo, para ninguém falar sobre as minhas atividades. Tinha muito medo de ser criticada e isto me paralisava.
Hoje eu recebo como um presente. Se alguém teve a generosidade de me dizer alguma pontuação, no mínimo eu preciso ouvir e considerar.
Precisamos valorizar as conversas difíceis, pois só vamos estar preparadas para elas praticando, não fugindo.
A equipe que não responsabiliza as pessoas cria ressentimento entre os integrantes com diferenças de desempenho e padrões, estimula a mediocridade, perde prazos fundamentais, coloca sobre o ombro da liderança o fardo de ser o pulso de disciplina entre todos. (resumindo, o líder tem que ser o chato)
Em contrapartida, equipes que cobram responsabilidade dos seus pares fazem com que cada um, com baixo desempenho, se sinta cutucado a melhorar. Esta mesma equipe identifica mais rápido os problemas e propõe solução sem hesitação. Também estabelece um grande respeito entre todos como consequência possui um alto nível de desempenho evitando a burocracia excessiva em relação aos controles e às ações corretivas.
05 – Falta de Atenção aos resultados
Todos os outros itens precisam entrar dentro do processo de funcionamento de uma engrenagem para que o foco nos resultados aconteça de forma mais fluida.
Quantas vezes você, no meio do trabalho, não se lembrou dos objetivos principais do projeto porque está soterrado em demandas operacionais e muitas delas nem vão de encontro aos objetivos gerais ou têm baixa relevância no todo? Sendo que neste momento você não conseguiu ver isto.
Já passou por este tipo de situação?
Temos tendência a achar que “o que EU estou fazendo é o mais importante entre tudo o que é feito pela equipe e o que está sendo feito agora é fundamental.” Isto é natural acontecer. Mas quando temos consciência, abrimos a possibilidade de fazer diferente e fugir desses padrões.
Sendo assim, os objetivos do nosso projeto de produção precisam ser claros, e eles nem sempre são financeiros. Nesse intuito, os objetivos podem estar divididos em objetivos do projeto geral, da empresa, da equipe e individual.
Parece óbvio né? Precisamos estar focados no resultado. Mas é incrível como isso se perde dentro do processo, principalmente quando não temos confiança, ou a responsabilidade de cada um está abalada, entre outros problemas no caminho.
Trabalhar em equipe necessita de revisão e a rota precisa ir se redesenhando conforme vamos avançando.
Priorizando o que realmente importa dentro do escopo e o equilíbrio entre os recursos e o tempo.
A equipe que perde o foco nos resultados fica estagnada com a sensação de não sair do lugar, raramente supera os concorrentes e se destaca no mercado. Perde muitos funcionários e membros da equipe que estão focados nos resultados, cria uma cultura de foco individual nas carreiras e não no objetivo do grupo e do projeto.
Trabalhar em equipe com foco nos resultados mantém todos motivados, diminui a cultura do trabalho individualista, fica feliz com o sucesso e sofre junto no fracasso. Também beneficia a equipe e evita as distrações.
Portanto, nós produtoras que lideramos equipes precisamos ser altruístas e muito objetivas, reconhecendo aqueles que fazem a diferença na equipe com foco nos objetivos e resultados.
“O sucesso não é uma questão de dominar uma teoria sutil e sofisticada, mas sim de abraçar o senso comum com níveis incomuns de disciplina e persistência. Ironicamente, as equipes obtêm sucesso porque são excessivamente humanas…”
Patrick Lencioni.
Você é mais de vídeo que de leitura? Então acesse o link abaixo:
Muitas pessoas ao longo dos anos vieram me pedir ajuda e opinião em relação a diversas ideias (criação de empresa, projetos, eventos, feiras, cursos e mais cursos, coletivos, produtos ou até mudança de emprego, kkk)
Com tantas horas de conversa, e projetos já colocados e tirados do papel, tive a oportunidade de entender e testar alguns caminhos nesta construção de possibilidades (calma, isto não é um texto de coaching)
Estes caminhos me fizeram desenhar, de forma intuitiva e estratégica, 5 dicas para melhorar este processo de tirar a ideia do mental e passar a ideia para o papel, iniciando o processo de materialização das suas ideias iniciais, para que assim elas ganhem vida. Enfim, começar a botar a mão na massa, agir.
Em princípio, acredito que a humanidade tem grandes problemas de comunicação, de uma forma geral, quando se trata da amplitude de se comunicar. Sempre leio e estudo muito a este respeito e acredito que quanto mais simples, claro e óbvio somos em relação a nossa comunicação e forma que nos expressamos, menos problemas temos com o outro e em nossos relacionamentos.
Mas este texto não é sobre comunicação e conflitos né!
Vamos voltar ao assunto principal, que é como colocar suas ideias no papel.
Segue aqui 5 dicas para colocar sua ideia no papel.
Vamos lá!
Dica 01 – O poder da visualização
Primordialmente, esta é uma dica super simples. Eu mesma, antes de testar não dava muito valor, pois parecia papo esotérico de outra dimensão. Mas quando me rendi e comecei a colocar em prática fez toda diferença.
Uma vez em uma palestra que assisti de uma produtora do Rio (desculpem – não me recordo o nome dela agora). Mas o fato é que uma fala dela me marcou muito, ela falou sobre como a visualização mental do “evento” fazia diferença para ela no planejamento, organização e direcionamento da produção de eventos.
O foco dela era na solução de problemas e gestão de crises que eventualmente acontecem quando se produz um evento.
Quando trouxe este mesmo exercício de visualização para o momento que antecede ao planejamento da ideia, gerou um impacto grande no desenvolvimento dos detalhes. O que antecipou várias etapas no planejamento dos processos que envolviam a ideia inicial.
Que tal experimentar!
Feche os olhos, pense na sua ideia, no seu projeto, no momento quando ela chegar ao mundo… as pessoas vão se sentir como? Você está sentindo o que? Está frio ou quente? Tem algum cheiro? Está claro ou escuro? Tem muita gente?
Imagine tudo, cada detalhe… Crie um filme mental… um sonho…
Agora abra os olhos e vamos para ao próximo passo (imediatamente, kkk)
Dica 02 – Colocar no papel.
Posteriormente, logo na sequência da visualização, ainda com toda imagem e experiência latente na sua mente, sente e escreva. Anote e registre do seu jeito, em algum lugar (pode ser caótico mesmo ;)). Pode ser no papel, no bloco de notas, pode ser um áudio, um desenho, um fluxograma, um mapa mental ou o que achar melhor em se expressar neste momento criativo. O mais importante aqui é não deixar o momento passar.
Colocar no papel é a primeira etapa de materialização das nossas ideias e projetos, e para estruturar muitos dos detalhes. E então apresentar para as pessoas próximas e depois para o mundo todo kkkk (megalomaníaca)
Se depois de anotar tudo, você ainda sentir que está com pouca informação comece a visualização de novo e retome as anotações. Repita este ciclo quantas vezes achar necessário.
Dica 03 – Similares e Inspirações.
Na sequência, a terceira dica é pesquisar o que já tem de similares no mundo. Tem muita gente no mundo, logo é super possível que outros seres humanos tenham tido ideias similares a sua e já colocado em prática de alguma maneira. Mas não se desanime, isso é bom!
Pesquise e descubra o que as pessoas estão falando destas ideias. Com estas informações você consegue mapear como é possível fazer diferente e do seu jeito. Afinal a personalização é verdadeira e é aqui que se encontram os grandes diferenciais. O seu jeito de fazer esta ideia!
Também é importante nesta pesquisa encontrar outras referências, inspirações de outros lugares, projetos, produtos, pessoas que fazem sentido para somar na sua ideia. Importante que seja coisas que você gosta e faz sentido para sua ideia.
Assim você começa a conquistar e juntar as peças de um grande quebra cabeça.
Dica 04 – Encontre 3 pessoas.
Estamos rodeados de pessoas especiais, sempre temos pessoas que admiramos e respeitamos de alguma forma, próximo ao alcance de uma mensagem.
Sente para tomar um café, ou melhor, marque uma videochamada com estas pessoas e fale da sua ideia (sim o rascunho dela) fale tudo que pensou. Pode ser com elas juntas ou separadas. E enquanto você falar tudo vá observando como elas se comunicam com o corpo ao que você está apresentando, e depois de apresentar ouça tudo o que têm a dizer. É muito importante ouvir!
Ouça com o coração aberto e a mente calma. Anote tudo. Quando permitimos, as pessoas são super generosas nestes momentos. Se permita entender a origem e as considerações sem justificar ou argumentar. Por isso, lembre-se que eles não estão julgando sua ideia, e sim, buscando em suas experiências filtros que podem lhe ajudar.
Neste papo leve, vá somando anotações de tudo que foi falado e percebido para auxiliar na construção da sua ideia. É importante também anotar as suas análises de porque eles fizeram determinadas considerações, coisas que podem estar nas entrelinhas do que realmente foi dito.
Às vezes algumas dessas ideias inspiram as pessoas que conversamos e elas se aventuram junto. Ter parceiros para desenvolver ideias é importante para nos apoiarmos nos momentos mais difíceis (não sou hipócrita, em algum momento você vai ter algum sentimento de desistir) e compartilhamos os desafios diários.
As ideias mais potentes são construídas de forma colaborativa. Existe riqueza na diversidade.
Se possível encontre também mais três pessoas que já implementaram alguma ideia similar e com elas converse sobre os desafios, e o que não deu certo. Neste momento você vai receber um grande tesouro. Livros de empreendedorismo te contam o que deu certo e fórmulas de sucesso, mas só aprendemos a andar de bicicleta porque em algum momento caímos. E a história que fica para contar não foi do sucesso em aprender a andar de bicicleta e sim da queda e do joelho ralado.
Estas histórias vão te ensinar mais do que os roteiros de sucesso. Acredite!
Dica 05 – O que eu posso fazer agora para botar a mão na massa?
Assim pense em 5 ações ou tarefas que podem ser feitas agora, amanhã, nesta semana… Enfim, algo simples e que gere em você o sentimento de que, mesmo lentamente, você está começando o processo de realização da ideia/projeto.
Dessa forma comece agora! Por exemplo: Mande um e-mail! Faça uma ligação! Crie um arquivo! Monte uma apresentação! Faça um check list!
Muitas pessoas quando iniciam seus projetos são tomadas pelo sentimento de falta de estímulos, e isto acontece por algumas razões.
Com toda a certeza, uma das razões é a falta de compreensão do mundo. E esta falta de compreensão do mundo a sua volta, pode estar acontecendo, pela falta de entendimento sobre a sua ideia e o impacto dela no mundo. Quando isto acontecer, volte ao início e desenvolva ainda mais as etapas anteriores.
De fato, quando as pessoas que deveriam ser impulsionadoras e nos apoiarem, jogam um balde de água fria, isso pode acontecer pelo fato de que elas não compreenderam a relevância da ideia. (por isto o desenho e a comunicação são tão importantes)
Além disso, outro fator é a crença de não mostrar a ideia com medo de alguém “roubar” a ideia.
Em primeiro lugar, ninguém rouba a ideia de ninguém. Porque as ideias estão aí, no mundo das ideias. Sendo assim, o seu jeito de fazer é único. Então, você precisa confiar em você e na sua potência.
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“Coletivo Centopeia? Que nome engraçado! Eu já ouvi falar, mas o que que vocês fazem lá? Como é que funciona isso de coworking? Mas é que nem agência de publicidade? Cê jura que vocês fazem tudo isso?”
Em funcionamento desde 2007
Primeiramente, quando algum de nós (seja coworkers, gestores ou parceiros) encontra com alguém que nunca teve contato com o Centopeia, o papo geralmente vai pelo mesmo caminho. Às vezes, até nós mesmo nos diferenciamos na explicação do que é o Coletivo Centopeia.
Esse lugar tem tanto de cada pessoa que passa por aqui que até seu significado muda conforme o tempo passa.
E então você chegou aqui como? Já ouviu falar? Ficou curioso para saber mais? Segue a gente nas redes sociais mas não entende nada e ainda sim continua achando que somos legal?
Com o intuito de responder estas questões, este é o primeiro texto deste Blog.
Como funciona o Coletivo Centopeia?
Primeiramente, se fôssemos explicar tecnicamente, o Coletivo Centopeia é um coletivo de empresas, profissionais e ações voltados para as áreas da Economia Criativa através de um tripé de atuação: O Espaço Plural, a Escola Criativa e a Potencializadora de Negócios.
Convite inauguração Coletivo Centopeia
Lá em Setembro de 2007, doze estudantes formandos ou recém-formados juntavam R$250,00 cada um para realizar a reforma do primeiro espaço Coletivo, que ficava na Viela 94-B, próximo ao Centro Cultural Martim Cererê.
A ideia era reunir profissionais de áreas afins para economizar nos gastos em montar as próprias empresas e receber clientes, mas também trabalharem em conjunto para se fortalecerem profissionalmente, atenderem clientes conjuntamente e compartilhar as experiências e aprendizados.
Mais de uma década de Coletivo Centopeia
Atualmente o Coletivo Centopeia se encontra na Praça Wilson Valente Chaves, no Setor Sul, em um espaço com mais de 500m².
Dentro da casa que estamos hoje, temos 1 sala multiuso para até 25 pessoas chamada sala aquário com integração com a área externa e jardim.
Uma sala multiuso para até 50 pessoas chamada de sala 94, 1 sala multiuso para trabalho de corpo onde são ministradas, por exemplo, aula de yoga, karatê e dança chamada sala varanda por ser acoplada a uma varanda charmosa com uma vista única para a praça e os tesouros do Setor Sul.
Contamos também com uma sala de reunião para até 6 pessoas. E ainda, uma sala criativa junto da nossa biblioteca, mesa de sinuca, alguns jogos e instrumentos musicais.
E também temos mais de 27 estações de trabalho que atendem à diversos formatos de trabalho. Além de uma área externa com uma pequena, porém, inspiradora piscina. Tudo isto de frente para uma praça do Setor Sul chamado de Bairro Jardim em seu projeto original.
Todo o nosso espaço serve para fomentar a Economia Criativa, promover o networking, de verdade, entre as pessoas e uma das melhores formas que encontramos para isso é através do nosso coworking: um espaço que através das estações de trabalho propicia um ambiente compartilhado, profissional, mas também muito receptivo e acolhedor.
Confira os depoimentos de alguns dos nossos Coworkers:
Como uma forma de capacitar novos e atuantes profissionais, também temos a Escola Criativa: Uma parte do Centopeia que promove cursos, palestras e encontros com bate-papos (pagos e gratuitos) para a troca de informações, experiências e vivências.
Trilhas
E no final de 2020 migramos parte da escola criativa para os meios digitais dividindo em trilhas, que serão nossos caminhos para a formação dos profissionais criativos. Dessa forma, A primeira trilha que está no ar é a de Produção e você encontra ela como esc.produção nas redes sociais.
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E, para apoiar e fortalecer os negócios locais que florescem na cidade de Goiânia, a Potencializadora de Negócios do Coletivo Centopeia apareceu. Como forma de estimular o que cada negócio tem de melhor, analisamos o que cada empresa ou cliente nos pedem e precisam, criamos uma estratégia exclusiva para o negócio e a aplicamos ao longo do tempo, fortalecendo o que a empresa precisa.
Através de uma equipe multidisciplinar e diversa em uma rede colaborativa de profissionais qualificados.
Sendo assim, mais do que uma empresa de Economia Criativa, o Coletivo Centopeia é um lugar de sonhos, esperança, realização, encontros e muita transformação.